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SINDITEC se reúne com Alckmin para redução da alíquota do ICMS paulista
 
17/11/2009
 

Comissão Tributária do Estado vai avaliar o pleito

 

Na Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, diretores do SINDITEC, deputados da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Têxtil e representantes dos trabalhadores da categoria têxtil estiveram reunidos ontem (17/11) com o Secretário da pasta, Geraldo Alckmin, com o objetivo de pleitear a redução do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) paulista de 12% para 7%.

 

O Presidente do SINDITEC, Fábio Beretta Rossi, argumentou que as indústrias têxteis paulistas estão perdendo mercado para os estados que oferecem incentivos fiscais e outras vantagens. “Temos um parque industrial pronto para atender a demanda de todo o país, mas nossa produção está sendo prejudicada pela concorrência regional interna, e isso é um agravante que acarreta ociosidade e desemprego”, explicou.

 

“Os governadores de outros estados reconhecem a importância de fomentar pólos industriais têxteis e, por isso, aplicam incentivos, sendo assim, cada região beneficiada é um mercado que São Paulo perde”, acrescentou Beretta Rossi.

 

Dilézio Ciamarro, Vice-presidente do SINDITEC, endossa que a situação é complicada. “Com a guerra fiscal entre os estados, muitas empresas de Americana e Região têm sido assediadas com propostas para se mudarem de São Paulo, sem contar as inúmeras indústrias têxteis que já se mudaram”. Ele afirma que a intenção dos empresários é permanecer no estado paulista, mas com condições de competitividade.

 

Alckmin explicou que São Paulo procura não entrar na guerra fiscal entre os estados brasileiros e que a Reforma Tributária é necessária para combater este entrave, mas considerou todos os pontos negativos apresentados na ocasião e disse que levará a documentação entregue pelo SINDITEC à Comissão de Avaliação Tributária, que envolve as secretarias da Fazenda, Planejamento e Desenvolvimento.

 

“Após analisar os documentos, além de buscar apoio para a redução do ICMS para 7%, ainda vamos verificar a inclusão de outros segmentos têxteis no decreto aprovado este ano (Decreto 54.422 de 05 de junho de 2009) e nos esforçar para prorrogar para 2010 a isenção de ICMS na compra de maquinários”, disse o Secretário de Desenvolvimento.

 

No encontro, a diretoria do SINDITEC avaliou como positiva a reunião e ressaltou estar confiante diante do posicionamento de Alckmin. “A redução é razoável, tendo em vista que o governo do Estado de São Paulo tem investido no setor industrial com capacitação de mão-de-obra, logística e inovação tecnológica”, pontuou Beretta Rossi.

 

Apoios

Para o Coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Têxtil, o Deputado Estadual Francisco Sardelli (PV), o Secretário mostrou-se sensível à solicitação do setor têxtil. “As nossas empresas estão sendo muito prejudicadas com a guerra fiscal entre os Estados brasileiros, além da concorrência com os produtos asiáticos. Efetivamente ainda temos muito a avançar. Vamos continuar nessa luta, solicitando agora uma audiência na Secretaria da Fazenda”, destacou Sardelli.

 

O Deputado Estadual Antonio Mentor (PT), que integra a Frente Parlamentar, disse ser contra a guerra fiscal, mas defendeu que é preciso atitudes imediatas para dar fôlego à Industria paulista antes da Reforma Tributária acontecer.

 

Segundo Cláudio Peressim, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Santa Bárbara d´Oeste, que também acompanhou a audiência, a situação do setor têxtil paulista reflete diretamente nos trabalhadores, que não conseguem avanço salarial e, perdendo seu poder de compra, buscam outros setores para trabalhar. “A qualidade da mão de obra das empresas têxteis vai se perdendo”, acrescentou.

 

Jorge Ferreira, Presidente do Sindicato dos Mestres e Contra-Mestres de São Paulo, apoia o pleito, pois toda a cadeia têxtil é afetada e a união dos sindicatos patronal e dos trabalhadores é importante para atingir o objetivo.

 

O Vereador Odair Dias, de Americana, participou da reunião e acredita que a revisão do ICMS fará com que Americana e Região voltem a crescer e ser mais competitiva. “Temos uma vocação têxtil, então, implementos no setor são fundamentais para a prosperidade”.

 

 

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